{"id":5238,"date":"2026-02-06T09:12:40","date_gmt":"2026-02-06T12:12:40","guid":{"rendered":"https:\/\/revistavalorenegocios.com\/?p=5238"},"modified":"2026-02-06T09:12:45","modified_gmt":"2026-02-06T12:12:45","slug":"exportacoes-aos-eua-caem-255-em-janeiro-mas-vendas-a-china-sobem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistavalorenegocios.com\/?p=5238","title":{"rendered":"Exporta\u00e7\u00f5es aos EUA caem 25,5% em janeiro, mas vendas \u00e0 China sobem"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Pelo sexto m\u00eas seguido desde o tarifa\u00e7o do governo de Donald Trump, as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras para os Estados Unidos acumularam queda. As vendas para a China, no entanto, continuaram a subir, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (5), em Bras\u00edlia, pelo Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os (Mdic).<\/strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1677235&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1677235&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p>Em janeiro, as vendas para os Estados Unidos totalizaram US$ 2,4 bilh\u00f5es, recuo de 25,5% em rela\u00e7\u00e3o aos US$ 3,22 bilh\u00f5es no mesmo m\u00eas de 2025. As importa\u00e7\u00f5es de produtos norte-americanos tamb\u00e9m ca\u00edram 10,9% para US$ 3,07 bilh\u00f5es. O resultado foi um d\u00e9ficit de US$ 670 milh\u00f5es na balan\u00e7a comercial bilateral em desfavor do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Esta foi a sexta retra\u00e7\u00e3o consecutiva nas vendas brasileiras aos EUA desde a imposi\u00e7\u00e3o da sobretaxa de 50% aplicada pelo governo de Donald Trump a produtos do Brasil, em meados de 2025. Apesar de a tarifa ter sido parcialmente revista no fim do ano passado, o Mdic estima que 22% das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras ainda estejam sujeitas \u00e0s al\u00edquotas extras, que variam entre 40% e 50%.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">China<\/h2>\n\n\n\n<p>Na contram\u00e3o do desempenho com os Estados Unidos, o com\u00e9rcio com a China apresentou resultado positivo. As exporta\u00e7\u00f5es brasileiras ao pa\u00eds asi\u00e1tico cresceram 17,4% em janeiro, somando US$ 6,47 bilh\u00f5es, contra US$ 5,51 bilh\u00f5es um ano antes. As importa\u00e7\u00f5es ca\u00edram 4,9% para US$ 5,75 bilh\u00f5es, o que garantiu ao Brasil um super\u00e1vit de US$ 720 milh\u00f5es no m\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Entre os principais parceiros comerciais, a corrente de com\u00e9rcio &#8211; soma de importa\u00e7\u00f5es e exporta\u00e7\u00f5es &#8211; com a China alcan\u00e7ou US$ 12,23 bilh\u00f5es, alta de 5,7%. J\u00e1 o interc\u00e2mbio com os Estados Unidos somou US$ 5,47 bilh\u00f5es, queda de 18%, refletindo a redu\u00e7\u00e3o tanto nas exporta\u00e7\u00f5es quanto nas importa\u00e7\u00f5es.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Outros mercados<\/h2>\n\n\n\n<p>O com\u00e9rcio com a Uni\u00e3o Europeia gerou super\u00e1vit de US$ 310 milh\u00f5es para o Brasil, embora a corrente comercial tenha recuado 8,8% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro de 2025. As exporta\u00e7\u00f5es para o bloco ca\u00edram 6,2%, enquanto as importa\u00e7\u00f5es diminu\u00edram 11,5%.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Com a Argentina, o Brasil registrou super\u00e1vit de US$ 150 milh\u00f5es, mesmo com a forte retra\u00e7\u00e3o de 19,9% no com\u00e9rcio bilateral. As exporta\u00e7\u00f5es brasileiras ao pa\u00eds vizinho ca\u00edram 24,5% e as importa\u00e7\u00f5es recuaram 13,6% na compara\u00e7\u00e3o anual.<\/strong><br><br>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pelo sexto m\u00eas seguido desde o tarifa\u00e7o do governo de Donald Trump, as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras para os Estados Unidos acumularam queda. As vendas para a China, no entanto, continuaram a subir, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (5), em Bras\u00edlia, pelo Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os (Mdic). 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